O Poeta do Deserto

Em meio ao arder árido agradeço aos espertos pelo incentivar singelo,sou O Poeta do Deserto!

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Tempos de Paz: um Brado para a Paz

São tempos de tentarmos construirmos a paz, tal qual a encontramos no sorrir pueril de uma criança que dança ao bailar do sorrateiro beija flor, são tempos de lutarmos contra o abandono estampido grito agudo grafado nas cores da fome estampada nos jornais e calçadas urbanas e rurais, são tempos de congregação de corações para assim juntos encontrarmos os Nortes certos para se ir contra tanta corrupção moral nacional, são tempos de termos tempo para encontrarmos um tempo de cuidarmos nós mesmos de corrigirmos nossa pátria já tão sacrificada pelas vis ânsias ao vil metal ancestral desde tempos de escravatura, quantos negros ainda enfrentam suas disfarçadas senzalas travestidas nos nãos da dura luta do ainda preconceito social?, comecemos as mudanças por nós mesmos dando um pão a um irmão que não tem pão e nem feijão, sorrindo para o seu vizinho e deixando de chutar os gatos que as vezes cansados e minguados reviram o seu lixo disputando com quiçá mãos avidas de irmãos, só assim se inicia a combustão do sorrir de Deus, acredite!, são tempos de esperança por um mundo com menos sangue e mais rosas, menos fuzil e menos lágrimas, menos jaulas e mais libertação, mesmo que sorrateiramente a esperança se canse e não deseje mais prosa, são tempos de verdade, amor e compaixão, no qual a fome do outro doa até em nosso calcanhar por não nos lembrarmos nem muitas vezes de nosso mais companheiro e fiel cão, são tempos de amor,comunhão,tempos de se lançar um olhar ao próximo, sim ele é nosso irmão, são tempos de termos tempo em ser gente e pisar no molhado chão, enquanto os pássaros cantarolam bebendo agua em um ribeirão, mundo hipnotizado pelo magnetismo do curtir e compartilhar em detrimento do olhar nos olhos do amigo como em tempos do badoque, das danças e cantigas de Roda e jogo de pião, são tempos de tentarmos construirmos a paz, chega de tanto sangue disfarçado e travestido nos olhares famintos aflitos do mendigo a um Petit Gateai no Leblon, são tempos de sermos gente cuidando de gente o compartilhar que o galileu se arriscou mas tanto falou, são tempos de amar, são tempos de amor, são tempos de paz, mude você mesmo que as mudanças acontecem, mudo o de dentro, o teu pensar e teu divagar, são tempos de libertação, pense fora da caixa e olhe para o seu irmão, são tempos de paz ergam esta flamula dentro de cada coração.
O Poeta do Deserto (Felipe Padilha de Freitas)
Enviado por O Poeta do Deserto (Felipe Padilha de Freitas) em 22/08/2019
Alterado em 06/09/2019
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